terça-feira, 21 de junho de 2011

Aprendendo a educar

Acho que se eu usasse aqueles marcadores ao final do post, que define em palavra o tema do texto, que eu na verdade só não uso porque não sei como fazer #alguémmeajuda?, com certeza a palavra birra seria a de maior recorrência aqui neste bloguinho.

Eu não sabia que elas começavam tão cedo e pior, que se intensificam (ou aprimoravam, como preferir) com o tempo. Nos últimos dias temos cortado um dobrado com a Manu. Ela tem ficado bastante irritada e qualquer coisa que não sai do seu agrado, ela já começa a chorar de forma bem impaciente e com aquela leve inclinada do corpo, vulgo: chilique. Ainda numa escala bem controlada e longe do tradicional e medonho escândalo de supermercado, mas, sinalzinho de alerta.

Como sou completamente contra palmadinhas (que para mim não tem nada de educativa), lidar com essa fase na forma do diálogo, cantinho da disciplina (sim, já tentei isso, mas ela saiu andando, rsr) e bronca exige um pouco mais de paciência.

Ontem iniciamos com uma psicologia nova. Passamos a ignorar a birra. Ela começa a chorar e nós fingimos que ela não está por perto. Olha, funcionou. A pequena simplesmente para de chorar e resolve interagir de outra forma. Claro que umas vezes ela insistiu bastante no choro, mas seguimos firme e ela parou. Arrisco até a dizer que hoje ela estava melhor #oremos.

Em paralelo, estou desesperadamente a procura de uma especialista em florais (preciso ler o post da Anne que falou sobre isso) para iniciar um tratamento com gotinhas. Desde que seja um profissional de confiança, eu super acredito no resultado dessas técnicas mas alternativas. Então, quem tiver indicações, eu aceito.

Atualizando: Ao finalizar este post, quando fui clicar em publicar postagens, misteriosamente apareceu uma caixa escrito marcadores. Uhu, primeiro post com a marquinha!

10 pitacos:

Dina disse...

Olha, aqui em casa está impossível. Mas tem ido muito além da birrinha de simplismente se jogar no chão e chorar a toa. Cansativo viu rs, bjs e boa sorte ai.

Dea, a mamae da Nina disse...

EU IGNORO TB MAS NEM ISSO ADIANTA.
NINA FEZ SUA 1A BIRRA AOS 10 MESES. HOJE C 20 MESES É UMA VETERANA.
SE OS FLORAIS ADIANTAREM ME MANDA 10 CAIXAS.
BJS E SORTE. AH E MUIIIIIIIIIITA PACIENCIA.

Milka disse...

Amiga,
desejo a vc MUITAS gotinhas de paciência pq vc vai precisar (rs!)
aqui qdo sai da fase de uma a outra entrou numa de se jogar no chão, aff me mata!!
kkkkkkkkkkkkkkk

beijos

Cynthia Santos disse...

Amiga, aprendi que não devemos deixar a birra passar de dois minutos, senão o assunto estica e elas pioram. Tento resolver assim:1- muita conversa, explicando os porquês, ou 2 - tom de desaprovação ou 3 - dizendo que não estou vendo meu menino doce e lindo na sala, perguntando onde ele está. Normalmente quando chegamos a esse ponto, ele abre o berreiro e pede desculpas...eheheheh mas a pipoca começou cedo, né?

Ivana - coisademae disse...

Ai Dê, que difícil!!! Mas o remédio é paciência mesmo! Eu sou absolutamente contra palmadas também e até evito colocar de castigo. Tento conversar mesmo, ainda que isso demore de fazer efeito,rsrsrs.

Siga em frente querida e olha, tudo passa, né?

Bjos!

Elaine disse...

Não sei muito o que dizer por razões óbvias, mas as gerações que nos seguiram definitivamente não são como nós.
Na nossa época, pelo menos, lá em casa, bastava um olhar e a gente já sabia: "se eu continuar com a birra, minha mão vai me matar!".
As gerações que nos sucederam parecem não ter muito limite, parece que quanto mais compreensivo você tenta ser, mais eles se aproveitam da situação para fazer birra.
Tenho horror a criança que se joga no chão, e lembro que quando a filha da Tati se jogou no chão para fazer birra, no dia do seu chá de cozinha, eu catei ela pelo braço e disse: "levanta já!". Claro que escrevendo não dá toda a intensidade da minha "doçura", mas ela arregalou os olhos e sentou do meu lado, para não sair mais dali.
Minha mãe me deu bons beliscões e atirou muitos chinelos em mim, e eu acho que ela estava absolutamente certa, porque eu nunca mais errava na mesma coisa e nunca fiz ela passar vergonha.
Meu pai nunca me bateu, mas ele tinha uma mão enorme e se ele resolvesse me bater, talvez não sobrasse muito de mim.
Na minha concepção, uma palmada na hora certa é até bem educativa; já as surras homéricas só ensejam revolta.
Tinha uma amiga que apanhava como uma escrava da própria mãe, por vezes eu quis denunciar aquela velha horrorosa, mas quem ia acreditar numa criança?
Enfim, acho que cada um cria os seus filhos da maneira que acha melhor, e eu acho que a melhor maneira de criar os meus será como eu fui criada.
bjs

Lilian Amorim disse...

Ai minha amiga, ela já começou a colocar as garrinhas de fora, né? Essas crianças fazem coisas que nos deixam de cabelo em pé. É impressionante que tão pequenininhos já sabem exatamente o que querem e aí se não forem atendidos naquele exato momento.
O Davi pode dar as mãos para a Manu...rs
O Jú não dá muito ibope e eu tolero quase nada os ataques de birra. Sempre falo firme e coloco pra pensar. Nem sempre fuciona. Mas sou insistente. Uma hora ele vai assimilar o que é certo ou errado. Não é uma tarefa nada fácil educar...
Que Deus nos dê muita paciência e sabedoria :)
Beijinhos

Dê Freitas disse...

Pois é meninas, ando tendo muita paciência e firmeza. É uma fase,mas temos que dar limite desde pequeninos.

2 minutos Cyntia? Virge maria, se elas durassem mais do que 30 segundos eu enlouqueceria, akakakaka.

O importante é que vem dando certo. Não existe uma receita de bolo e cada família sabe como educar seu filho, mas uma coisa é fato: SOU RADICALMENTE CONTRA PALMADINHAS! E espero sempre ter bastante paciência, jogo de cintura e técnicas para nunca recorrer a isso. Como te disse Lan, me sentiria uma mãe incompetente se agisse dessa forma. Eu acredito em outras formas de impor limites e educar, ao meu ver, muito mais assertivas.

bjs a todas!

Maria Betânia Fuller disse...

Olá amiga! bem a Lana até aqui é bem boazinha, essa semana que teve unas duas vezes que ela abriu o chororô por algo que não deixei fazer, mas como ela anda meio chatinha por conta de dentes e outro probleminha tento compreender, embora não alisar, o que eu fiz foi mostrar que não estava funcionando deixando-a chorar e nào abrir mão do que não permiti, funcionou, mas assistei um outro dia no programa Nanny 911, uma tática seria sentar no chão abrir as pernas colocar a criança sentada entre elas de costas para vc e segurá-la ali até que passasse a crise, depois incentivava a criança pedir desculpas, no programa com aquela criança funcionou, quem sabe se precisar não utilizarei... é um caso a pensar! Bem, certamente procurarei qualquer alternativa que não seja bater.
Bjao

jP Vergueiro disse...

Psicologia infantil é tudo de bom, rs! Boa sorte nessa difícil fase da Manu, e pelo jeito já estão colhendo resultados! Bjs, jP Vergueiro

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Studio May Ishii

TEMPLATE DESENVOLVIDO POR STUDIO MAY ISHII. POWERED BY BLOGGER. MAMY DE PRIMEIRA © 2012.